Quando eu notei já era amor.


“Mas dessa vez não fui eu que errei. Nós sabemos disso. Ou melhor, a gente sabe. O nós nunca existiu mesmo né? Você sempre fez questão de deixar isso bem claro. E isso sempre me machucou, mas nunca foi preciso que você soubesse disso. Você não se importava não é? Nunca se importou. Nunca mereceu meu amor, nunca. A nossa dança sempre esteve fora do contexto, e só a boba aqui não via. Sempre deixei passar, sempre deixei as minhas dores em ultimo plano. Era você e você. Eu só me importava com você, e com a sua felicidade. Pensava que ela seria ao meu lado, mas eu estava enganada. E você sabe meu bem, que um dia todo mundo cansa. E essa foi a minha vez. Tomei um pouco de orgulho, e não te procurei dessa vez. Precisei que um outro alguém jogasse na minha cara o quão eu era boba pra perceber que você nunca me pertenceu da forma que eu quis. Me desculpa, mas eu não posso e nem vou fazer mais nada por ti. E, por favor, quando se arrepender, não venha me procurar, não rouba a minha felicidade. Eu superei, e você também vai, algum dia. Adeus.”

— Carta de adeus.  Lavínia Ferrero (decease-d)

Amigo meu, pode ser o mais machão que for, eu vou chamar de gay.


“Quer um conselho? Ele lembrará de falar com você, quando você esquecer de falar com ele.”

Tati Bernardi (via sabedorias)